Como sair do endividamento em 2022 com o empréstimo consignado

Muitas famílias começaram o ano com contas a pagar. Saiba como sair do endividamento com empréstimo consignado e organizar as finanças.

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Pesquisas recentes indicam que o número de famílias brasileiras endividadas aumentou nos últimos doze meses, chegando a 75,6% das famílias no fim de 2021, conforme a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Assim, sair do endividamento é um dos principais desafios dos consumidores no ano que se inicia.

Apesar da instabilidade no cenário econômico e das dúvidas referente ao futuro, o início do ano é o melhor momento para planejar e colocar em prática ações que permitam sair do endividamento. E existem, sim, meios de se organizar e obter recursos extras para se livrar das dívidas.

Confira neste artigo:

  • as principais dívidas dos brasileiros;
  • quais as características das dívidas e seus efeitos;
  • dicas para melhorar o planejamento; e
  • como sair do endividamento com o empréstimo consignado. 

Endividamento

Os dados divulgados pela pesquisa da CNC demonstram que os 75,6% das famílias brasileiras endividadas representam o maior índice da série histórica, iniciada em 2010.

Em números absolutos, são 12,2 milhões de famílias que, de alguma forma, recorreram ao crédito para fazer frente às suas necessidades. Vale ressaltar que o levantamento considera os diversos meios de acesso ao crédito, como: 

  • cheque pré-datado, 
  • cartão de crédito, 
  • cheque especial, 
  • crediário de loja, 
  • crédito consignado
  • empréstimo pessoal, 
  • prestação de carro e casa.

Já a inadimplência, que é quando as dívidas e/ou contas estão em atraso, atinge 26,1% das famílias. Mas quais os motivos que levam a esse cenário? 

Principais causas do endividamento

É óbvio dizer que gastar mais do que se ganha gera dívidas. Mas é preciso compreender mais a fundo as razões do endividamento.

Algumas causas decorrem diretamente do descontrole financeiro pessoal; outras são completamente alheias à vontade da pessoa, mas podem ser contornadas com algumas medidas pontuais.

Nos últimos doze meses, por exemplo, 70% dos entrevistados em pesquisa da Serasa declararam ter, em algum momento, optado por pagar entre uma dívida ou outra; ou seja, precisaram efetuar uma escolha com relação à qual dívida ficariam inadimplentes. 

Mas baseada em quê, exatamente? Essa é uma questão fundamental para evitar prejudicar ainda mais a saúde financeira.

Sair do endividamento requer conhecer as principais causas para saber como agir e amenizar o seu impacto nas finanças pessoais. Segue abaixo algumas das principais causas de endividamento.

Desemprego 

O desemprego, sem dúvidas, é um dos principais vilões do endividamento das famílias, pois pode colocar um fim quase instantâneo à renda pessoal, enquanto os compromissos financeiros continuam a existir.

E essa é uma causa que assombra o trabalhador brasileiro quase que de maneira perene. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil encerrou 2021 com a taxa de desocupação em 12,1%, o que representa 12,9 milhões de pessoas sem emprego

Cerca de 30% dos entrevistados pela pesquisa Serasa apontam o desemprego como a principal causa de endividamento. O índice teve queda quando comparado ao período anterior, quando marcou 40%, mas ainda representa uma taxa muito elevada.

Dentre os mais afetados pelo desemprego estão as mulheres, com 34%, e os jovens com até 30 anos, com 40%. 

“Emprestar o nome”

Prática bastante comum entre parentes e amigos é o empréstimo do nome a terceiro para acesso a crédito. Em outras palavras, é quando alguém faz um financiamento, empréstimo ou crediário utilizando o nome de outra pessoa.

De acordo com pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, pelo SPC Brasil e pelo Sebrae, 29% dos consumidores utilizaram cheque, cartão de crédito, empréstimo, financiamento ou crediário em nome de outra pessoa, nos doze últimos meses anteriores a outubro de 2021.

Daqueles que emprestaram o nome, 12% ficaram negativados porque não houve pagamento das parcelas por parte de quem utilizou o crédito.

Esses números confirmam os apresentados pela pesquisa Serasa. Segundo o levantamento, 11% das pessoas apontaram o empréstimo do nome como causa de endividamento.

Por isso, é importante evitar ceder o nome para fazer dívidas para terceiros. Ainda que a pessoa tenha boa-fé, pode, por exemplo, ser acometida pelo desemprego e não conseguir honrar o compromisso.

Falta de controle financeiro

Dentre as principais causas de endividamento, a falta de controle financeiro tem lugar cativo. Para 9% dos entrevistados pela pesquisa Serasa, esse é o principal motivo para se endividar.

O uso do crédito de forma reiterada, como, por exemplo, para pagar contas de consumo aliado à falta de controle financeiro podem desencadear o endividamento. Muitos, inclusive, utilizam o cartão de crédito para pagar a fatura de energia elétrica ou para compras no supermercado.

Por exemplo, a pesquisa Serasa revelou que 69% dos gastos com cartão de crédito são destinados a compras de alimentos em supermercados. Roupas, remédios e tratamentos médicos alcançam 42% e 41%, respectivamente.

O aumento nos gastos também diminui a capacidade de pagamento das dívidas, já que o dinheiro por vezes é destinado às necessidades primárias. Assim, como já mencionado, o consumidor é obrigado a escolher qual das dívidas vai pagar e o atraso gera juros, o que aumenta a dívida, em uma verdadeira “bola de neve” que dificulta sair do endividamento.

Dessa forma, levar a vida financeira “na ponta do lápis” evita surpresas e minimiza o risco de endividamento.

Inflação e alta dos juros 

O controle entre ganho e gasto pode ser afetado, ainda, pelo aumento generalizado dos preços, que não é acompanhado pela renda. Em outras palavras, passa a gastar mais por conta da inflação, sem ter aumento efetivo nos ganhos que compense a elevação do custo de vida.

E isso, infelizmente, é um cenário recorrente para grande parte da população. O IGP-M, índice aplicado aos contratos de aluguel, por exemplo, fechou 2021 com uma inflação de 17,78%; e o IPC, índice de preços do consumidor, encerrou o ano com 9,32% de inflação. 

A alta dos juros também impacta diretamente nas dívidas porque o custo do crédito aumenta para o consumidor. Como os juros são a remuneração pelo empréstimo, o aumento na taxa eleva a remuneração das instituições financeiras.

E o índice que precisa ser considerado para esta alta é a Selic, a taxa básica de juros no mercado brasileiro, que chegou a 10,75% em fevereiro. A nova taxa é 1,50 ponto percentual acima da válida em dezembro de 2021.

Consequências do endividamento 

Estar endividado pode causar diversas consequências, desde uma ação judicial para cobrança de dívidas, em alguns casos, até questões psicológicas que afetam o dia a dia da pessoa. O impacto dessas consequências fica claro na pesquisa Serasa: 88% das pessoas entrevistadas declararam sentir vergonha da condição de endividado.

Os desdobramentos das consequências do endividamento alcançam as mais diversas áreas da vida da pessoa. inclusive fragilizando-a psicológica e socialmente.

Afeta o bem-estar

Um dos principais efeitos do endividamento apontado pelos entrevistados é a diminuição do bem-estar do devedor. 85% das pessoas responderam que tiveram insônia ou dificuldade para dormir por conta das preocupações com as dívidas.

Já 80% declararam ter tido pensamentos negativos por estar passando, ou ter passado, por uma situação financeira complicada.

Prejudica os relacionamentos

Outra consequência apontada pela pesquisa é a de prejuízo aos relacionamentos. Dos que responderam, 64% relataram que as dívidas impactaram no relacionamento com familiares e amigos. Para 62% dos entrevistados, as dívidas afetaram o relacionamento com o(a) parceiro(a).

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Queda de produtividade 

Além dos itens mencionados, o endividamento ainda impacta a produtividade do devedor. Dos entrevistados, 76% afirmaram ter tido problemas de concentração no trabalho por conta das dívidas.

E não só no trabalho o impacto é sentido: 75% declararam ter problemas de concentração para realizar tarefas diárias devido ao endividamento. 

As consequências do endividamento tornam a situação ainda pior. Mas existem algumas soluções, que podem ser incluídas no dia a dia, para sair desse cenário definitivamente. 

Como sair do endividamento?

Apesar de não ser uma tarefa simples, sair do endividamento é possível com planejamento e algumas medidas pontuais. Além da organização pessoal com relação às finanças, especialmente no controle dos gastos, há possibilidade de recorrer a recursos extras para fazer frente às dívidas.

Abaixo, algumas medidas a serem adotadas para facilitar a visualização da situação financeira e encontrar o melhor caminho para sair do endividamento.

Elencar todas as dívidas

Sem dúvidas, o primeiro passo é ter noção do quanto se deve e para quem se deve. Não à toa, a lição básica de finanças pessoais é ter controle sobre as dívidas.

Assim, a primeira coisa a ser feita é colocar em um papel todas as contas e dívidas existentes. Desta forma será mais fácil traçar um panorama da situação atual.

Importante não deixar de fora nenhuma dívida ou conta, ainda que não esteja atrasada, para que o planejamento seja o mais abrangente possível.

Portanto, nesse primeiro momento, os principais aliados para sair do endividamento são instrumentos simples como papel e caneta. 

Buscar dinheiro extra

Depois de estabelecida a realidade das dívidas existentes, a busca por um dinheiro extra entra em jogo. Uma renda extra ajuda a sair do endividamento.

Atualmente, existe uma infinidade de atividades que podem complementar a renda, inclusive sem sair de casa, como por exemplo:

  • montar uma loja virtual;
  • testar aplicativos/sites;
  • ser um revendedor;
  • criar um infoproduto;
  • ensinar idiomas, música, bordado e etc.

Muitas dessas atividades podem ser iniciadas sem investimento inicial, apenas utilizando o acesso à internet. 

Cortar ou reduzir os gastos

Com certeza, uma das medidas mais eficientes para sair do endividamento é o corte ou redução de gastos.

Com a totalidade das dívidas elencadas e a realidade financeira exposta de forma abrangente, é possível identificar quais gastos podem ser cortados ou reduzidos.

Há gastos que podem apenas ser reduzidos, como a conta de energia elétrica, por exemplo. Outros gastos não essenciais podem ser totalmente suprimidos por um tempo, como viagens de lazer.

Renegociar os débitos com os credores

Com as dívidas listadas, uma medida eficiente para sair do endividamento é a renegociação das dívidas com os credores.

Há possibilidade de conseguir negociar prazos e condições melhores, que se encaixam no novo controle pessoal das finanças.

A depender da negociação e da condição financeira no momento, é possível ainda conseguir desconto para quitação à vista.

Por que usar o consignado para sair do endividamento?

Os devedores que tenham acesso ao empréstimo consignado podem contar ainda com este tipo de crédito para sair do endividamento.

O consignado está disponível para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), servidores públicos de todas as esferas e trabalhadores da iniciativa privada, que trabalhem em empresas conveniadas às instituições financeiras.

Como o desconto das prestações é feito diretamente na folha de pagamento do tomador de crédito, há menor risco de inadimplência e, portanto, um custo menor na operação para os tomadores. Aí está a grande vantagem em utilizar o empréstimo consignado para sair do endividamento. 

Trocar dívidas caras por baratas

O empréstimo consignado, além de ter menor risco de inadimplência, como mencionado, ainda conta com o limite de juros imposto por lei. Assim, o devedor tem acesso a um recurso financeiro mais barato e pode substituir as dívidas caras pelo empréstimo consignado.

Por exemplo, os juros do cartão de crédito comum podem ultrapassar os 20% ao mês, enquanto o teto de juros do empréstimo consignado INSS está em 2,14%. 

Em outras palavras, trocar a dívida do cartão de crédito comum por um empréstimo consignado gera economia. E isso, claro, facilita ao devedor sair da situação de endividamento. 

Conseguir descontos na negociação das dívidas

Muitos credores dão descontos especiais para o pagamento das dívidas à vista. Dessa forma, ter dinheiro em mãos para quitá-las é um bom negócio.

Para isso, o empréstimo consignado é uma ótima opção: a modalidade disponibiliza o valor integral de uma só vez, aumentando as chances de uma boa negociação com os credores para o pagamento total da dívida.

Organizar as finanças

Outra grande vantagem em utilizar o empréstimo consignado para sair do endividamento é a organização financeira que ele permite.

Além de conter juros menores e possibilitar uma melhor negociação à vista das dívidas, o empréstimo consignado permite substituir todas as dívidas em apenas uma, que é descontada mensalmente direto da folha de pagamento.

Assim, o controle sobre os gastos é facilitado porque não há dívidas com datas de vencimentos diferentes e/ou que demandem alguma diligência do devedor, evitando esquecimentos ou outro fator que leve à inadimplência.

Ao seguir essas dicas e sugestões, é possível sair da situação de endividamento e evitar entrar nela novamente. O mais importante é mudar algumas condutas que podem comprometer reiteradamente a saúde financeira.

Como contratar empréstimo consignado para sair do endividamento?

A melhor forma para beneficiário do INSS ou servidor público federal (SIAPE) organizar as finanças e pagar as contas em 2022 com o menor custo é utilizar um comparador de empréstimo consignado, que apresenta várias ofertas de consignado, de bancos diferentes, para avaliação do solicitante.

Com o simulador gratuito da bxblue é possível comparar online valores, prazos, taxa de juros e Custo Efetivo Total, além de contratar com rapidez e eficiência o melhor consignado para sair do endividamento.

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Redação BX Blue

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