Contas do começo de ano: por onde começar a pagar?

Os boletos começaram a chegar? Veja quais são as contas do começo de ano e saiba como se organizar para quitá-las com 5 dicas.

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Além das despesas básicas pagas ao longo do ano, os boletos chegam em dose extra em janeiro, com as contas do começo de ano.

Por isso, um número maior de contas exige uma organização de mesma proporção para evitar iniciar um novo ciclo no vermelho.

A seguir, descubra quais são as principais despesas do início do ano e saiba como se organizar para pagá-las com 5 dicas.

Quais são as principais contas do começo de ano?

As dívidas podem e em boa parte dos casos vão variar de pessoa para pessoa. De modo geral, as principais são:

  • IPTU
  • IPVA
  • Materiais e mensalidades escolares
  • Compras do fim de ano
  • Seguro

IPTU

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é uma realidade tanto de proprietários quanto de locatários. Trata-se de um imposto cobrado por propriedades estabelecidas em um município.

O valor do imposto é um percentual cobrado com base na estimativa feita pelo Poder Público sobre o preço do imóvel para compra e venda, acrescida da alíquota municipal.

A data de vencimento e a forma de pagamento são fixadas por cada município, e podem apresentar alterações. Em boa parte dos casos o IPTU pode ser parcelado ao longo do ano. Contudo, o pagamento à vista rende um desconto de 3%.

IPVA

Já o IPVA (Imposto sobre Veículos Automotores), é uma cobrança anual voltada para os automóveis. Em alguns estados, carros com mais de 20 ou 15 anos de fabricação ficam isentos do pagamento do imposto.

Assim como o IPTU, o IPVA é calculado no valor de compra e venda do automóvel no estado onde o veículo está registrado. O valor de ambos pode oscilar a cada ano.

O pagamento desse imposto pode ser feito à vista, com desconto, ou a prazo. O número de parcelas também varia de acordo com cada estado e pode ser consultado no carnê de cobrança. Em São Paulo, por exemplo, o desconto para quem pagar a dívida à vista será de 9%. Os proprietários ainda terão a possibilidade de parcelar em até cinco vezes.

Material/Mensalidade escolar

As despesas com materiais escolares, matrículas ou mensalidades fazem parte da realidade de pessoas responsáveis por crianças e jovens.

Com o início de um novo ano letivo, surge a necessidade de adquirir novos materiais, muitas vezes solicitados pelas próprias escolas.

Quem opta por colégios particulares deve acrescentar à lista de gastos o valor da matrícula para a reserva de vaga na instituição educacional.

Compras de fim do ano

O 13º salário faz muita diferença nos gastos com presentes e comidas típicas das celebrações de fim de ano, sem contar as viagens e momentos de lazer no período em que muitas pessoas saem de férias.

Mas com a alta de preços dos produtos e serviços, ele pode não ser suficiente. Outro ponto que deve ser levado em consideração é que não são raros os casos em que as compras são pagas no cartão de crédito ou no crediário e, portanto, elas começam a chegar no mês de janeiro.

Seguro

Os seguros de imóveis, automóveis, viagens ou outros bens são serviços que garantem a proteção de um determinado objeto, a partir da cobrança de um valor mensal.

Independentemente da modalidade, os seguros precisam ser renovados a cada ano para que continuem em pleno exercício.

As renovações costumam ocorrer no mês em que o consumidor fez a contratação, que pode vir a calhar no mês de janeiro.

Como organizar as contas do começo de ano?

Não sabe por onde começar? Confira 5 dicas para pagar as dívidas desse período:

1. Saiba quais (e quantas) são as suas dívidas

Acima, listamos alguns exemplos de contas do começo de ano, mas é possível que algumas não façam parte do seu contexto financeiro e outras que não foram mencionadas e ainda assim chegaram até você.

Para não correr o risco de deixar alguma delas sem pagar, anote todas as dívidas e seus respectivos valores, desde as básicas, até as extras, comuns desse período.

Aproveite para anotar também os ganhos do mês. Dessa forma, você entenderá se as despesas caberão no orçamento.

2. Atente-se às datas de vencimento

Depois de reunir todas as dívidas, separe-as na ordem de vencimento. Essa classificação evita atrasos no pagamento e, consequentemente, cobrança de juros e multa.

Para facilitar, deixe lembretes visíveis, ative avisos pelo celular ou programe o pagamento por meio do aplicativo de seu banco.

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3. Se possível, pague as contas à vista

Se a sua renda permitir, dê preferência para o pagamento à vista das dívidas. Na impossibilidade de pagar mais de uma conta à vista, dê preferência para a que oferece o maior desconto.

Pode parecer pouco, mas ao utilizar o percentual de desconto do IPVA para o Estado de São Paulo como exemplo, uma prestação de R$ 700,00 terá um desconto de R$63,00. Com esse valor é possível pagar parte da conta de luz, água ou até mesmo da parcela do IPTU, para quem optar pelo pagamento em prestações.

4. Considere a renegociação

Os gastos foram maiores que os ganhos? Tente uma renegociação com as empresas e comércios onde a dívida está ativa. Explique a sua situação financeira, faça uma proposta de pagamento e alinhe o que pode ser feito para amenizar a despesa.

Se precisar recorrer ao crédito para repactuar a dívida, lembre-se de pesquisar e comparar as modalidades e ofertas.

Fuja de empréstimos com juros elevados, como cartão rotativo ou cheque especial e dê preferência para opções com juros mais baixos, como o empréstimo consignado.

5. Planeje-se para o próximo ano

Após conseguir passar pelos meses iniciais de 2022 no azul, organize-se para o próximo ano. Recorra às anotações sugeridas na primeira dica da lista e veja qual foi o valor total das dívidas. Ele servirá como base para o seu planejamento financeiro das dívidas do começo de ano para 2023.

Se uma família que acumulou R$ 2.000,00 em dívidas guardar R$ 166,67 por mês, terá juntado o valor total até janeiro do ano seguinte. Com isso, ela passará pelo início do ano com mais tranquilidade.

Outra alternativa é guardar o valor recebido do 13º salário, para aqueles que o recebem, e utilizar o benefício para arcar com as despesas.

Vale a pena recorrer ao empréstimo para liquidar as dívidas do começo de ano?

O empréstimo pode ser uma solução financeira para quem está com dívidas maiores que os ganhos, desde que o valor da contratação não afete a condição de liquidar as despesas básicas. Contudo, existem diversas opções de crédito no mercado e algumas são mais vantajosas que outras.

Até mesmo o empréstimo consignado, que é a modalidade com menor juros do mercado, possui oscilações nas diversas instituições financeiras. Os bancos gozam de autonomia para fixar um percentual de taxa de juros, contanto que esteja abaixo do limite (2,05% para servidores federais e 2,14% para aposentados e pensionistas do INSS).

Diante da variação, a melhor opção é comparar as ofertas disponíveis. Com o simulador online de empréstimo consignado, é possível comparar valores, taxas e número de parcelas de diferentes instituições, em poucos minutos.

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Redação BX Blue

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