Quando refinanciar o contrato do empréstimo consignado? Veja as dicas

Veja quando vale refinanciar o contrato do empréstimo consignado e como pegar troco sem fazer um novo empréstimo.

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Pensando em refinanciar o contrato do seu empréstimo consignado? O primeiro passo para acertar na decisão é entender quando refinanciar é mais vantajoso. Mas, para isso, é necessário confirmar se é possível fazer o refinanciamento junto ao banco contratado, conforme as novas regras.

Qual o momento correto de fazer o refinanciamento? Está mesmo na hora de você refinanciar um empréstimo consignado? Saiba agora.

Quando vale a pena refinanciar o contrato do empréstimo consignado?

Refinanciar o contrato do empréstimo pode ser uma alternativa estratégica quando:

  • a margem consignável já atingiu o limite de 30%, destinado a empréstimos;
  • há a necessidade de dinheiro extra, mas o contratante não quer fazer um novo empréstimo;
  • há interesse em reduzir as parcelas do contrato atual.

Entretanto, essa opção não é recomendada ou deve ser avaliada com mais rigor quando:

  • o contrato já está próximo de sua quitação total;
  • o novo prazo proposto pelo banco é inviável ou maior que o desejável.

Vale lembrar que o refinanciamento manterá o comprometimento da renda pelo prazo do contrato que será emitido. Dessa forma, caso já tenha a margem consignável comprometida, não será possível solicitar um novo empréstimo.

Outro ponto importante é que, para refinanciar o contrato vigente é preciso ter quitado parte do seu valor. As condições podem variar de instituição a instituição. Geralmente, o valor mínimo pago é, em média de 20 a 30% do valor total do contrato.

Com as novas regras do Serviço de Registro de Crédito Consignado (SRCC) é preciso observar ainda como realizar a operação. Uma das principais mudanças diz respeito ao prazo mínimo de um ano do contrato, para a remuneração dos correspondentes bancários.

Tanto aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), assim como funcionários públicos e de empresas privadas podem refinanciar o contrato do empréstimo consignado. A exceção é o cartão consignado que não pode ter seu prazo alterado.

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Como funciona o refinanciamento INSS?

Refinanciar um empréstimo consignado funciona, na prática, de uma forma bem semelhante a tomar um novo empréstimo. Só que com a vantagem de já ter um histórico de pagamentos e relacionamento com o banco contratado. 

Ao realizar o refinanciamento do contrato, os contratantes podem receber o valor já quitado, como um troco. A dívida normalmente é levada ao seu prazo original e, então, a diferença volta como um “novo empréstimo”.

Com a alteração das condições contratuais, como taxas de juros, Custo Efetivo Total (CET) e montantes da renegociação, a margem consignável também pode ser atualizada.

Em resumo: se o valor das parcelas muda, a margem também é alterada para mais ou para menos. Portanto, esse percentual pode variar conforme a situação.

Por esse motivo, todo refinanciamento de empréstimo consignado também está sujeito à confirmação da margem consignável.


Veja um exemplo, para entender de forma mais clara essa operação:

Empréstimo inicial (dívida original):

  • Valor recebido: R$ 7.000;
  • Prazo: 84 meses;
  • Valor remanescente: R$3.659,94;
  • Porcentagem de parcelas pagas: 30%;
  • Taxa de juros: 2,04% a.m.

Se no momento da renegociação o banco tiver uma taxa de juros menor e se mantido o mesmo CET, o valor das parcelas pode ser reduzido. Parcelas menores liberam margem consignável.

Refinanciamento:

O cliente solicita o refinanciamento de R$ 7.000. O banco quita o remanescente de R$3.659,94.

  • Prazo: 84 meses;
  • Troco: R$3.340,06;
  • Nova taxa de juros: 2,00% a.m.

Por outro lado, se o prazo for menor, as parcelas serão maiores e a margem consignável disponível pode não ser suficiente. Por isso, é indicado fazer uma simulação antes de fechar qualquer negócio.

O prazo máximo de parcelamento do consignado INSS é de 84 meses e, portanto, não pode ultrapassar sete anos.

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Como é feito o refinanciamento de empréstimo consignado público?

Assim como no caso do consignado INSS, quem tem um consignado público também pode refinanciá-lo sem burocracia. No geral, é preciso ter ao menos 30% de parcelas quitadas. Inclusive, o processo pode ser realizado online com total segurança.

As diferenças ficam por conta da taxa de juros nominal máxima e do prazo para pagamento. O teto de juros do consignado para servidores públicos é de 2,05% ao mês e o prazo de até 96 meses.

Servidores estaduais e municipais devem respeitar as regras locais e dos bancos conveniados.

Veja agora quais são as vantagens ao refinanciar o contrato do empréstimo consignado.

4 principais vantagens em refinanciar o contrato de empréstimo consignado

O refinanciamento ou renovação do contrato atual, podem se traduzir em algumas vantagens para o tomador do crédito. Entre as prioritárias estão:

1 – Flexibilidade dos prazos para pagamento

Se o valor do contrato do empréstimo está acima das condições financeiras atuais (apesar de ser descontado automaticamente do salário ou benefício), com o refinanciamento é possível ampliar o prazo para pagamento.

Com isso, o prazo se torna maior e as parcelas tendem a ficar menores, ou seja, voltam a caber no bolso e no orçamento pessoal ou familiar.

Contratos com prazos prolongados vão comprometer a margem e a renda por mais tempo. No entanto, pode ser uma saída estratégica para quem quer reduzir o valor dos descontos mensais direto no salário, aposentadoria ou pensão.

2 – Liberação de troco

Quem já está sem margem não pode solicitar um novo empréstimo. Nestas situações, é preciso ter cuidado para não recorrer a crédito mais acessíveis, porém mais caros. São exemplos clássicos: cartão de crédito convencional, cheque especial ou crediários.

Ao enfrentar qualquer emergência ou necessidade, os contratantes do consignado devem avaliar primeiro a possibilidade do refinanciamento das dívidas atuais.

Dependendo da nova negociação, a operação pode liberar o dinheiro referente ao valor da dívida antiga que já foi quitado e em melhores condições. Dessa forma, não há o risco do superendividamento.

3 – Unificação das dívidas

Alguns bancos permitem refinanciar e “agrupar” todas as dívidas em um único contrato. O cuidado neste caso é o mesmo: atentar-se para que as parcelas somadas caibam no orçamento mensal.

Ao ter mais visibilidade sobre os contratos atuais, a gestão financeira passa a ser simplificada. Ainda que o lançamento dos respectivos contratos tenham que constar nos extratos de pagmentos, ter algo que facilite essa gestão é providencial para o planejamento financeiro.

Beneficiários do INSS devem consultar o extrato de empréstimos consignados (emitido online pelo Meu INSS), enquanto os servidores públicos podem conferir as dívidas no extrato de consignações, pelo SouGov.

4 – Dinheiro para quem está sem margem consignável

Ao refinanciar o contrato do empréstimo consignado é possível, portanto, evitar as dívidas mais caras. Como as parcelas deste tipo de empréstimo são fixas e com taxas de juros pré-fixadas, não mudam com o tempo.

Mesmo quem já utilizou toda a margem para empréstimo e a do cartão, pode renegociar um ou mais contratos ativos. O objetivo pode ser: alivar o bolso, obter dinheiro extra sem passar por nova análise de crédito, liberar margem consignável.

Outra possibilidade diante destes casos é a portabilidade de crédito – quando a dívida é migrada para outra instituição financeira.

Na portabilidade, geralmente a dívida se mantêm com o mesmo prazo atual, mas é possível portar e refinanciar a dívida no novo banco. Para isso, é necessário consultar a política de crédito de cada instituição financeira.

Pronto, agora que você já sabe quando refinanciar o contrato do empréstimo consignado, pode considerar essa opção em sua próxima avaliação financeira. Inscreva-se para saber em primeira mão quando o refinanciamento estiver disponível na bxblue. Enquanto isso, compare as vantagens e desvantagens antes de tomar a sua decisão de refinanciamento de empréstimo consignado e faça simulação.


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Redação BX Blue

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