Qual é o valor mínimo para o Empréstimo Consignado? Veja as regras

Publicado em: 14/10/2020

Existe um valor mínimo para o empréstimo consignado? Quem quer pedir um novo crédito deve ou não se preocupar em saber esse tipo de informação?

Sim. Existem valores mínimos aceitos nas solicitações e que, portanto, devem ser respeitados. Entenda o que é considerado no cálculo e saiba como manter os gastos dentro do orçamento.

Qual o valor mínimo para o Empréstimo Consignado?

Quanto posso pedir de empréstimo consignado?

Assim como existe um valor máximo para o pedido do consignado – que é limitado pela margem consignável ou idade do solicitante, também existe um valor mínimo.

O valor mínimo para o empréstimo consignado é determinado pela política de crédito de cada instituição financeira e convênio atendido. Esse valor, normalmente é dado pelo valor mínimo da contratação (limite liberado) que é, em média, de R$ 500.

Isso porque, para a liberação do crédito, o banco tem custos operacionais (que são repassados para os clientes e constam no Custo Efetivo Total – CET).

É importante frisar, no entanto, que a decisão ou não pela solicitação de crédito com valores superiores é do consumidor, ficando a seu critério o valor máximo do empréstimo solicitado ou condicionado a margem disponível. Essa é uma forma de evitar que os clientes se endividem sem necessidade.

Outro ponto que deve ser observado é que cada convênio tem ainda um número máximo de parcelamento possível. No caso dos Aposentados e Pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o pagamento pode ser feito em até 84 meses, ou seja, até 7 anos. Servidores Públicos Federais (SIAPE), Estaduais ou Municipais têm até 96 meses ou 8 anos para quitar a dívida.

Como saber o valor mínimo para o Empréstimo Consignado?

Consultando e comparando ofertas. Geralmente, conforme as regras e políticas de crédito internas, os simuladores ou sites já são habilitados para demonstrar os cálculos corretos ou avisos quando qualquer pré-requisito não é preenchido.

Assim, se o valor solicitado for inferior ao mínimo estabelecido, será preciso ajustar a proposta. Ao realizar qualquer simulação é possível escolher o montante pretendido e o número de parcelas desejados ou ainda valor da prestação mensal para fazer a melhor escolha.

Esta é, inclusive, uma das vantagens em simular antes de contratar qualquer tipo de empréstimo ou financiamento.

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Vale lembrar que o valor total do contrato, assim como das parcelas mensais já engloba o CET. Esse é o valor final que é dividido pelo prazo escolhido, em que já constam todos os custos operacionais e financeiros da operação.

Número de parcelas mínimas do contrato

Dependendo do valor solicitado, a instituição financeira pode definir também um prazo mínimo ou máximo para o pagamento – sendo, no último caso, o que é determinado por lei.

Em outras palavras, geralmente, quanto menor o valor do empréstimo menos tempo o solicitante tem para pagar (em função da parcela mínima descontada na folha de pagamento). Por outro lado, quanto maior o valor contratado, o prazo tende a ser maior e as parcelas menores – já que são diluídas em mais meses.

Outra regra é que os Aposentados e Pensionistas só podem ter 9 linhas de crédito com desconto vinculado a aposentadoria ou pensão, mais o cartão de crédito consignado. Já os Servidores podem tomar crédito até o limite da margem.

Taxas de juros cobradas

Existe ainda uma relação entre a taxa de juros e demais condições do contrato negociado. Embora não seja regra, é bem comum que contratos com valores menores tenham também taxas de juros mais baratas. Basta pensar que o banco irá receber o valor emprestado mais rapidamente também.

Contratos que são parcelados em mais vezes, tendem a ter taxas de juros maiores para compensar o prazo do recebimento e o risco da inadimplência – que no caso do consignado é quase nulo.

Ao fazer a avaliação para pedido de um novo empréstimo, vale se atentar a:

  • valor mínimo para o empréstimo consignado;
  • valor máximo permitido por convênio;
  • prazos mínimos e máximos;
  • taxas de juros cobradas;
  • CET.

A melhor forma de simplificar essa conta é considerar o valor da parcela mensal, ou seja, aquilo que efetivamente caberia no bolso. A margem consignável traz essa referência justamente para que não seja gasto mais do que 35% do benefício previdenciário ou salário líquidos, no mês.

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Com o uso consciente do crédito, é possível ter acesso ao dinheiro necessário a qualquer momento. Ter um planejamento financeiro pode ser bem interessante, para ajudar nessa missão!


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