5 motivos para um banco não te emprestar dinheiro

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As instituições financeiras podem adotar diversos critérios para emprestar dinheiro ou não. Contudo, o problema está quando os procedimentos não estão claros e os bancos não informam o motivo da recusa.

Aqueles que não têm dívidas, por exemplo, e mesmo assim veem seu acesso a linhas de crédito negado, podem ficar em dúvidas diante dessa falta de informações. Dessa forma, muitos continuam em uma situação pendente por não saberem o que devem fazer.

Entre os motivos para um banco não emprestar dinheiro estão:

  1. Inadimplência;
  2. Ter muitos empréstimos;
  3. Não ter garantias;
  4. Ter score de crédito baixo;
  5. Não ter renda fixa.

De forma geral, os bancos podem adotar alguns critérios específicos para eleger os interessados nas linhas de crédito. Ou seja, toda aprovação de empréstimos pessoais está sujeito à análise de crédito.

Por isso, trouxemos alguns dos principais motivos para que o crédito não seja aprovado. Veja, a seguir, os principais fatores que levam os bancos a se recusarem a emprestar dinheiro.

1. Inadimplência

Como a maioria das pessoas já deve saber, a inadimplência é um termo que representa o não pagamento de uma dívida. Ou seja, estar inadimplente significa estar com alguma dívida pendente em algum credor.

Atualmente, essa é uma situação muito comum para diversas famílias brasileiras que vem enfrentando crises financeiras. Por isso, estar na condição de inadimplente é responsável direto pela restrição ao acesso à novas linhas de crédito.

Um detalhe importante é que, de modo geral, grande parte dos consumidores continua tendo o acesso negado mesmo após quitar a sua dívida. Isso acontece porque as instituições mantêm em seus registros as informações históricas. 

Essas informações são avaliadas em cada análise de crédito e podem representar um risco maior na hora de pagar pelo valor emprestado. Esse pode ser o caso de quem já teve nome negativado junto ao SPC ou Serasa, por exemplo.

Além disso, é importante ressaltar que o atraso nos pagamentos de despesas básicas como conta de água, luz, telefone ou internet pode pesar para a negativa em emprestar dinheiro. É comum que os bancos cruzem diversas informações para a liberação do dinheiro.

2. Ter muitos empréstimos

Comprometer uma parte muito grande da renda é um dos principais motivos para o endividamento. Por isso, manter muitos contratos de empréstimos ativos simultaneamente pode ser um dos fatores que também contribuem para a reprovação de um novo crédito.

Uma pessoa que compromete a renda com vários empréstimos pode ter um descontrole financeiro, como orienta Fábio Freitas, consultor financeiro:

Um empréstimo é uma dívida de longo prazo que comprometerá o recurso financeiro mensal até o vencimento do contrato. Os bancos também levam em consideração quanto da renda é gasto com essas dívidas. O risco de inadimplência é bem maior nestes casos.

A recomendação, portanto, é só realizar um empréstimo em caso de real necessidade. Emprestar dinheiro sem critério pode levar ao endividamento.

3. Não ter garantias

Diante da necessidade de se proteger contra os maus pagadores, as instituições financeiras podem recusar o pedido de empréstimo caso o interessado não tenha garantias suficientes.

Ainda que seja comum a comprovação de renda para que o empréstimo seja liberado, alguns bancos podem avaliar e solicitar a disponibilidade de outros recursos financeiros ou materiais.

As alternativas mais comuns são a exigência de bens como veículos e imóveis em garantia, caso a dívida não seja paga.

Uma das vantagens de oferecer esses bens como garantia é conseguir ter acesso a linhas de crédito com melhores condições de pagamento. Em contrapartida, o não cumprimento do pagamento pode levar o tomador a perder sua casa ou veículo, uma vez que as instituições podem transferir a posse do bem.

4. Ter Score de Crédito baixo

O Score de Crédito (ou simplesmente score) é um recurso criado pelos órgãos de proteção ao crédito para auxiliar os bancos na hora de analisar se devem ou não emprestar dinheiro. Por meio dos dados coletados, as instituições podem basear a sua decisão de acordo com o perfil do consumidor.

Fatores como a inadimplência, atrasos no pagamento, movimentação de crédito, cadastro positivo e demais quesitos podem interferir diretamente nessa decisão. Os consumidores têm o seu perfil avaliado e recebem uma pontuação de acordo com o seu comportamento financeiro.

Dessa forma, antes de emprestar dinheiro para qualquer pessoa, os bancos utilizam esta pontuação para verificar as chances de determinado consumidor em pagar pelo empréstimo. Caso o score seja baixo ou insuficiente, o pedido tem grandes chances de ser negado.

5. Não ter renda fixa

A incapacidade em comprovar renda fixa é um dos motivos mais recorrentes para que os bancos se recusem a emprestar dinheiro.

Embora existam exceções no qual os bancos não fazem esse tipo de exigência, é muito comum a obrigatoriedade dessa comprovação.

A comprovação de renda ajuda a determina tanto o limite de crédito aprovado, quanto a capacidade de pagamento. É por esse motivo que, geralmente, autônomos e profissionais liberais têm mais dificuldade em emprestar dinheiro. Quando conseguem, precisam dar outras garantias como as já mencionadas.

Entretanto, existe uma modalidade de crédito disponível para Aposentados e Pensionista INSS, Servidores Públicos e Trabalhadores de empresas privadas que é mesmo burocrático: o empréstimo consignado. Saiba mais sobre todas as vantagens!

Por que o Empréstimo Consignado é a melhor opção para quem precisa emprestar dinheiro?

O empréstimo consignado é a modalidade de crédito em que a contratação é mais simples. Essa linha ainda oferece diversas facilidades na hora de aprovar e pagar pelo empréstimo.

Aproveite para conhecer algumas das principais vantagens do crédito consignado. E saiba porque esse tipo de crédito pode ser a alternativa que você precisa para emprestar dinheiro!

Sem consulta ao SPC ou Serasa

Quem está inadimplente e com restrições juntos aos órgãos de proteção ao crédito raramente consegue acesso às linhas tradicionais de empréstimo pessoal.

Ainda que algumas instituições ofereçam opções para este público, as taxas de juros são altíssimas e podem inviabilizar a contratação.

Na contramão desse modelo, o empréstimo consignado oferece crédito sem realizar consultas ao SPC ou Serasa. Isso acontece porque as categorias atendidas podem comprovar renda fixa e o desconto das parcelas é feito automaticamente na folha de pagamento ou benefício, todo mês.

Leia tambémEmpréstimo para negativados: sem consulta SPC ou Serasa

Portanto, com baixo risco de inadimplência, os bancos consignatários não consideram o histórico devedor do interessado.

Taxa de juros menores

Diante do fato de que o pagamento pode ser feito por meio do desconto direto, antes mesmo que o solicitante receba o seu salário, os bancos se sentem mais seguros quanto a inadimplência.

É por esse motivo que as taxas de juros praticadas são as menores do mercado de empréstimo. Os custos com essas taxas podem variar de acordo com a instituição escolhida para emprestar dinheiro, contudo, todas devem respeitar o limite máximo estabelecido por lei.

No geral, cada convênio tem um limite máximo de juros nominal, sendo de 2,08% ao mês para Beneficiários do INSS, 2,05% ao mês para Servidores Públicos e de 2,50% ao mês para Funcionários de empresas privadas com convênios de consignação.

Prazos mais flexíveis para pagamento

Outra vantagem característica do empréstimo consignado é que os interessados podem pagar pelo empréstimo em parcelas menores. O prazo diferenciado para pagamento é bastante comum nesse tipo de empréstimo.

Disponível para Aposentados e Pensionistas com idade entre 18 e 80 anos, o crédito pode ser parcelado em 72 vezes.

Por outro lado, Servidores Públicos Municipais, Estaduais e Federais — incluindo os Militares das Forças Armadas — podem parcelar o empréstimo consignado em até 8 anos (ou 96 meses).

Os Funcionários de empresas privadas podem emprestar dinheiro com pagamento em até 48 parcelas mensais.

Liberação de crédito sem avaliação do Score

Diferente de outros tipos de empréstimo, a análise de crédito do consignado leva em consideração a disponibilidade de margem consignável.

A margem consignável é o valor limitante que pode ser gasto mensalmente com o pagamento das parcelas ou fatura do cartão de crédito consignado.

Dessa mesma, mesmo quem está negativado ou tem score de crédito baixo, pode contratar o empréstimo consignado. Isso, desde que tenha margem consignável disponível.

Esse valor limite é dividido entre:

  • Margem consignável para empréstimo: 30%
  • Margem consignável para cartão de crédito exclusivo: 5%

Portanto, a margem consignável total é de 35% sobre a renda líquida. O percentual de 30% pode corresponder a um ou mais contratos de empréstimo.

No caso de Aposentados e Pensionistas do INSS, por exemplo, os interessados podem contratar até nove empréstimos. 

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